Entramos numa onda de modernismo e liberdade extrema. Atrela-se felicidade com libertinagem, e espalha-se que todo limite, definido naturalmente pela sociedade seria empecilho para o indíviduo ser feliz.
Talvez, quem defenda os direitos homossexuais, não avalie o que esse "avanço" poderá representar na vida futura da sociedade, que terá na constituição da sua célula fundamental uma transformação, terá que ser reinventada, para definir novamente qual o papel de cada cônjuge, e orientação dos filhos.
O discurso de liberdade, igualdade, e luta contra a injustiça é bonito e romântico. Pra quem, como na nossa cultura cristã, sempre se posiciona em defesa dos fracos e oprimidos, tem a tendência de também levantar a bandeira em defesa dos "gays".
Acho uma irresponsabilidade a distribuição do "kit gay". Na minha concepção de educação, não existe para o adolescente, o termo "opção sexual", pois entendo que a formação do aluno independe de suas preferências sexuais, enfatizando que a relação sexual deverá sempre ser precedida por um compromisso.
Indivíduos adultos devem ter garantida a sua liberdade de escolha de parceiros. Mas que essa escolha seja baseada numa educação sexual não indutiva ou corrompida.
Combater o preconceito? Invista-se mais nas escolas, leve-se a sério a educação. Pois só um indíviduo bem educado terá a inteligência necessária para avaliar a importância da diversidade, e capacidade de fazer, de forma madura, suas próprias escolhas....
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